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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2026
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Grupo liderado por Dr. Ovando pede suspenção da imposição da vacina em crianças

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Grupo liderado por Dr. Ovando pede suspenção da imposição da vacina em crianças
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Um grupo liderado pelo deputado e cardiologista Dr. Luiz Ovando, diante da inabilidade do Ministério da Saúde,  tem atuado para pedir a suspensão da obrigatoriedade das Vacinas Infantis em território nacional. Diante da decisão unilateral do Ministério da Saúde de incluir a vacinação para crianças de 6 meses a 5 anos no Programa Nacional de Imunização (PNI), Dr. Luiz Ovando busca esclarecer as famílias sobre os potenciais riscos da imunização impositiva do governo. “É crucial respeitar a autonomia familiar, reconhecendo que não devemos impor a vacinação às crianças contra a Covid-19. Defendo a imunização, mas apenas quando respaldada por segurança e eficácia comprovada”, afirma o deputado. Crítico da medida, Dr. Luiz Ovando argumenta que a imunização infantil não deve interferir nas matrículas escolares. Ele também enfatiza que a saúde das crianças não deve ser comprometida sem um amplo debate e justificativas sólidas. “É inaceitável que o Ministério da Saúde não participe de debates significativos com especialistas renomados que têm se posicionado contra o tema. A presença de representantes técnicos do ministério, que apresentem dados relevantes a favor do assunto, é primordial para um debate dessa magnitude”, destaca. Com 48 anos de experiência como médico, Dr. Luiz Ovando destaca sua preocupação com a Nota Técnica 118/2023 do Ministério da Saúde, que, segundo ele, baseia-se em poucos estudos direcionados à faixa etária até 5 anos de idade. Em relação à proibição da matrícula e, por consequência, do ingresso de crianças nas escolas, o deputado afirma que: “Não podemos permitir que uma criança seja punida com o impedimento do acesso à escola pelo fato de seus pais não terem autorizado uma vacina que não consideram segura, por não existirem dados suficientes sobre sua eficácia e segurança.” O Brasil, atualmente, é o único país do mundo que obriga a vacinação contra Covid-19 na faixa etária de seis meses a cinco anos.
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