Inspirado em medidas de austeridade defendidas pelo presidente argentino Javier Milei, o vereador Rafael Tavares (PL) apresentou projeto que cria um gatilho automático de contenção de gastos em Campo Grande quando houver déficit fiscal por dois quadrimestres consecutivos.
A proposta impede reajustes nos subsídios de políticos, aumento de verbas de gabinete, criação de cargos comissionados e gastos não essenciais com viagens e publicidade. O texto também proíbe elevar os salários de prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores no mandato seguinte ao déficit.
O projeto não determina redução obrigatória dos valores já pagos, mas permite que agentes políticos devolvam voluntariamente parte ou a totalidade do subsídio ao Tesouro Municipal. Saúde, educação, assistência social, segurança e demais serviços essenciais ficam preservados.
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