O levantamento integra as investigações da Operação Compliance Zero, que apura possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e agentes públicos. Wagner foi alvo da nona fase da operação, deflagrada em junho, após autorização do Supremo Tribunal Federal.
Segundo a PF, há indícios de que o senador mantinha proximidade pessoal e interlocução política com executivos ligados à instituição financeira. Relatórios também apontam que Wagner recebia informações sobre negócios do banco e acompanhava pautas legislativas que poderiam beneficiar a instituição.
A corporação investiga ainda se o parlamentar e pessoas próximas teriam recebido vantagens indevidas, incluindo viagens em aeronaves ligadas ao empresário, hospedagens, presentes, ingressos e possíveis repasses financeiros. As suspeitas continuam sob apuração e ainda não representam uma condenação.
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Jaques Wagner nega ter recebido dinheiro ou qualquer benefício ilegal do Banco Master. A defesa sustenta que a relação com Augusto Lima não envolveu contrapartidas ilícitas.
Fonte: CNN Brasil.
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