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Sabado, 13 de Junho de 2026

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ONG é alvo de denúncia por promover bloco de ‘crianças trans’ na Parada Gay

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ONG é alvo de denúncia por promover bloco de ‘crianças trans’ na Parada Gay
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O influenciador Lucas Pavanato denunciou ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) a Organização Não Governamental (ONG) Minha Criança Trans. No último domingo, 2, durante a Parada Gay na capital paulista, o movimento organizou um bloco com crianças e adolescentes fantasiados com as cores da bandeira trans (rosa e azul). “Ao meu ver, trata-se de uma organização criminosa que viola o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e deve ser fechada”, afirmou Lucas Pavanato a Oeste. “A manifestação na Parada Gay é apenas a ponta do iceberg de uma organização nefasta chamada Minha criança trans, que ataca a mente de diversas crianças ao redor do país. Além disso, desconhecemos suas fontes de financiamento.”
Na denúncia, Pavanato, que é pré-candidato a vereador de São Paulo pelo PL, afirma que as crianças presentes no evento estavam “expostas a cenas impróprias de sexo”. Ainda de acordo com o documento, espera-se que “seja aberto um inquérito para averiguar se o ambiente em questão [Parada Gay] compromete ou não a inocência”. Pavanato também diz que a “inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral” da criança não foi respeitada.
“O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, que abrange a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, das ideias e das crenças, dos espaços e dos objetos pessoais”, diz o artigo 13 do ECA.
No evento, também foi possível ver um homem vestido de borboleta em cima do que parece ser um caixote. No bloco, há faixas e estandartes com os dizeres “crianças e adolescentes trans existem”.

Presidente de ONG de “crianças trans” comparece à Parada Gay

A presidente da ONG, Thamirys Nunes, também compareceu à Parada Gay. Em suas redes sociais, ela publicou um vídeo em que fala que existe uma “invisibilidade” de “crianças trans”.
“Vivemos um cenário de inviabilização e de pessoas que insistem em dizer que nossos ‘filhos, filhas e filhes’ não existem e que devem voltar ao armário”, afirmou Thamirys. A mulher, que é agenciada pela Mynd8, afirma ser mãe de uma “criança trans” de 9 anos.
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