O vereador Rafael Tavares (PL) quer proibir que órgãos públicos de Campo Grande utilizem o termo “gratuito” na divulgação de eventos financiados com recursos públicos. A medida também alcançaria empresas contratadas e meios de comunicação que reproduzam esse tipo de linguagem.
Órgãos de governo e veículos de imprensa frequentemente divulgam shows e atividades culturais como “gratuitos”, mesmo quando há repasse de verbas públicas para sua realização. Críticos apontam que essa prática pode gerar uma percepção equivocada sobre o uso do dinheiro público. Para eles, é necessário mais clareza nas comunicações oficiais.
Um exemplo recente foi o show da cantora Luísa Sonza, realizado com acesso livre ao público. Apesar da gratuidade na entrada, o evento custou R$ 450 mil ao governo do Estado. O valor foi amplamente divulgado por meio de portal de notícias no estado.
A justificativa é que, sendo pagos com dinheiro dos impostos, os eventos não são de fato gratuitos, o que leva o contribuinte ao erro.
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