Juiz dá 24 horas ao governo Lula para explicar importação de arroz chinês
Por MS Conservador
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A Justiça Federal do Rio Grande do Sul deu 24 horas à União e à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para que expliquem a realização do leilão de arroz importado, marcado para esta quinta-feira, 6.
O juiz Bruno Risch, da 4ª Vara Federal de Porto Alegre, solicitou as razões para a compra do arroz importado, uma vez que produtores gaúchos asseguram que não há risco de desabastecimento, apesar dos danos recentes às lavouras.
Os deputados gaúchos Marcel van Hattem (Novo), Lucas Redecker (PSDB) e Felipe Zortea Camozzato (Novo) alegam que o produto nacional correria riscos, com prejuízo estimado de R$ 2 milhões.
Eles moveram uma ação popular que, além de pedir a suspensão do leilão, busca a anulação de portarias e medidas provisórias que permitem a compra de arroz importado sem taxação.
“Essa intervenção ilegal e injustificável da União Federal tem causado um aumento significativo do preço do arroz não só a nível Brasil, como também a nível de países integrantes do bloco econômico do Mercosul”, afirmam os parlamentares.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ingressou, no Supremo Tribunal Federal (STF), com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a maior importação de arroz e os leilões da Conab nesta segunda-feira, 3.
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