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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026

Política

Maioria nas redes sociais reprova prisão de Bolsonaro, aponta Quaest

De acordo com o levantamento divulgado neste domingo (23), 42% das publicações analisadas rejeitam a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Redação
Por Redação
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Maioria nas redes sociais reprova prisão de Bolsonaro, aponta Quaest
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Um monitoramento realizado pela empresa de pesquisas Quaest mostra que a maior parte dos usuários nas redes sociais é contrária à prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o levantamento divulgado neste domingo (23), 42% das publicações analisadas rejeitam a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Segundo os dados, 35% dos usuários apoiam a medida, adotada após a tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica. Bolsonaro, que estava em prisão domiciliar, passou a cumprir prisão preventiva em uma sala especial na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Outros 23% dos perfis analisados adotaram posição de neutralidade.

A repercussão ganhou força ainda nas primeiras horas da manhã de sábado (22), quando a informação começou a circular tanto na imprensa quanto em perfis políticos nas plataformas digitais. O levantamento da Quaest foi realizado até as 14h, com pico de engajamento entre 9h e 11h.

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Segundo o relatório, perfis alinhados à esquerda elogiaram a atuação das instituições e defenderam o cumprimento das decisões judiciais. Já usuários ligados à direita reforçaram a narrativa de que a prisão configura perseguição política contra o ex-presidente.

No total, a Quaest analisou 447 mil postagens, publicadas por quase 130 mil autores diferentes, alcançando aproximadamente 116 milhões de contas. O volume expressivo demonstra a centralidade do tema no debate público digital e sua rápida disseminação.

A pesquisa também identificou forte mobilização de parlamentares. No período analisado, 73 perfis ligados ao governo, 12 de centro e 50 de oposição se destacaram ao comentar o episódio, evidenciando mais uma vez a polarização política que marca momentos de tensão institucional no país.

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