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Sabado, 14 de Fevereiro de 2026

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Professora faz apologia ao aborto em escola de Campo Grande

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Professora faz apologia ao aborto em escola de Campo Grande
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Uma professora da rede estadual de ensino foi denunciada por por fazer doutrinação ideológica de aborto durante aula em uma escola de Campo Grande. Em sala de aula, a docente aproveita a audiência cativa de seus alunos para, de forma explicita, fazer apologia ao assassinato de bebês ainda no ventre de suas mães. O caso aconteceu na Escola Estadual Adventor Divino De Almeida, localizada na Av. Júlio de Castilho, 841 - Vila Alba, Campo Grande. Segundo informações, a aula foi ministrada por uma professora de sociologia. Conforme imagens enviadas à redação do MS Conservador, é possível notar que a professora militante escreve em seu quadro "frases de efeito" como forma de induzir seus alunos a acreditarem em suas ideologias. A professora da rede pública de ensino ainda passou tarefas em sala de aula para os alunos. Dentre as atividades, os alunos teriam que assistir o documentário "Uma Estória Severina", que trata do tema aborto. Em formato de hashtag a docente escreveu na lousa "#NÃOPL1940" e "CRIANÇANÃOÉMÃE", slogans usados pelos militantes pró-aborto no brasil. O Projeto de Lei 1940-2023, citado pela professora, visa estipular restrições e impedimentos para invasores e ocupantes ilegais de propriedades rurais e urbanas em todo o território nacional, ou seja, estabelece punições para grupos ou indivíduos que invada propriedade privada. A hashtag "CRIANÇANÃOÉMÃE", foi amplamente usada recentemente por grupos pró-aborto contrários a PL 1904-2024, que equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples. Para este tipo de crime, o Código Penal prevê pena de reclusão de 6 a 20 anos. Em entrevista anônima, o familiar de uma das alunas se disse indignado com o posicionamento da professora e por isso resolveu expor a situação. "A gente envia nossos filhos para a escola para aprenderem matemática, português e não ser doutrinada por professores militantes mal intencionados", relatou. Em outra imagem enviada à reportagem é possível ver uma foto da Marielle Franco, ícone da esquerda brasileira, como papel de parede do computador da docente. Veja:
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