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Sexta-feira, 05 de Dezembro de 2025

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Bolsonaro critica operação da PF e a classifica como “teatro político”

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Bolsonaro critica operação da PF e a classifica como “teatro político”
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanhou, de São Miguel dos Milagres, Alagoas, os desdobramentos da operação “Contragolpe”, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (19). A ação prendeu quatro militares do Exército e um policial federal, acusados de supostamente planejar um atentado contra o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022. Durante uma pescaria com Gilson Machado (PL), ex-ministro do Turismo e anfitrião de Bolsonaro na região, o ex-presidente criticou a operação e a classificou como uma tentativa de “teatro político”. Segundo Bolsonaro, a ação teria como objetivo projetar a imagem de Lula como um “democrata” no cenário internacional, especialmente em meio à 19ª cúpula do G20, que ocorre no Rio de Janeiro. “Estão fazendo isso agora, durante o G20, para mostrar algo que não existe, como se estivessem lidando com supostos golpistas. É tudo narrativa”, teria dito Bolsonaro a aliados, segundo fontes próximas. Ele evitou entrar em detalhes sobre a operação, mas reiterou seu descontentamento com o que considera uma politização das instituições. Bolsonaro está hospedado em uma pousada pertencente a Gilson Machado na badalada praia de São Miguel dos Milagres. Desde o início da semana, ele tem aproveitado o tempo para descansar, longe da intensa agenda política que segue marcada por investigações envolvendo seu governo. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, Lula lidera o G20, que reúne líderes mundiais como Joe Biden (Estados Unidos), Xi Jinping (China) e Javier Milei (Argentina). Para o ex-presidente, a operação “Contragolpe” teria sido estrategicamente programada para reforçar a imagem de Lula no cenário global. “É mais um episódio de perseguição e tentativa de desviar o foco de outros problemas do governo”, comentou Bolsonaro a pessoas próximas. A operação da PF investiga uma organização acusada de planejar um atentado contra Lula e o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, logo após as eleições de 2022. A investigação também apura possíveis articulações para restringir a atuação do Poder Judiciário. Mesmo afastado da política ativa, Bolsonaro segue acompanhando os desdobramentos que envolvem antigos aliados e militares investigados. A oposição, por sua vez, já articula formas de explorar politicamente o episódio, enquanto o governo utiliza a operação para reforçar sua postura contra atos antidemocráticos.
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