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Sexta-feira, 22 de Maio de 2026

Justiça

Moraes arquiva inquérito contra Motta por bagagens não fiscalizadas

Além de Hugo Motta, decisão do ministro Alexandre de Moraes beneficia outros três parlamentares. Entre eles, senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Redação
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Moraes arquiva inquérito contra Motta por bagagens não fiscalizadas
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou a investigação contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e outros três parlamentares em um caso envolvendo suspeita de entrada de bagagens no Brasil sem fiscalização adequada.

Além de Motta, a apuração também citava o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados federais Dr. Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). O inquérito havia sido aberto pela Polícia Federal após suspeitas de que um auditor da Receita Federal teria permitido a entrada irregular de bagagens trazidas em um voo particular vindo da ilha de Saint Martin, no Caribe.

A aeronave pertenceria ao empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como “Fernandin OIG”, apontado em investigações como operador de plataformas de apostas ligadas ao chamado “jogo do tigrinho”.

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Durante a investigação, a PF identificou que havia autoridades com foro privilegiado entre os passageiros. Por esse motivo, o caso foi enviado ao Supremo Tribunal Federal.

A Procuradoria-Geral da República defendeu o arquivamento em relação aos parlamentares, afirmando que não havia indícios de participação deles em qualquer irregularidade. Segundo a PGR, imagens indicariam que os passageiros passaram normalmente pelos procedimentos de fiscalização, sem evidência de vínculo com as bagagens investigadas.

Ao aceitar o parecer, Moraes afirmou que não existem “indícios mínimos” de crime praticado pelos parlamentares. Para o ministro, a simples presença deles no voo não seria suficiente para justificar a continuidade da investigação criminal.

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